O que é autoestima?
Em Psicologia, o termo autoestima foi usado pela primeira vez por Willian James em 1892, ao descrever a sensação geral que uma pessoa apresenta em relação ao seu valor pessoal.
A construção da autoestima é um processo que tem início em nossa infância.
São “experiências” que não saíram muito bem na vida de alguém e que podem, potencialmente,
comprometer o equilíbrio na vida adulta.São “experiências” que não saíram muito bem na vida de alguém e que podem, potencialmente,
Mas, como ela pode se tornar negativa?…
Uma baixa autoestima tem sido correlacionada a um número de resultados negativos vividos em fases iniciais, tais como a depressão, abandono, estilos parentais evitativos, baixo rendimento escolar, preconceito, obesidade etc.
Como efeito, pessoas com autoestima mais baixa são aquelas mais cercadas por ideias de fracasso, tendendo a exagerar as situações de vida como sendo fundamentalmente negativas.
Por exemplo, muitos desses indivíduos interpretam comentários neutros como sendo uma crítica pessoal, por isso, muitas vezes se tornam mais pessimistas e descrentes das relações interpessoais.
Autoestima na infância
Se eu for resumir esse processo, eu diria que as crianças, naturalmente, não sofrem por uma baixa autoestima, ou seja, ninguém nasce se sentindo menor ou inferior, entretanto, na medida que nos desenvolvemos, somos rodeadas por centenas de experiências que nos oferecem um maior ou menor nível de tensão ou de dificuldades.
Se eu for resumir esse processo, eu diria que as crianças, naturalmente, não sofrem por uma baixa autoestima, ou seja, ninguém nasce se sentindo menor ou inferior, entretanto, na medida que nos desenvolvemos, somos rodeadas por centenas de experiências que nos oferecem um maior ou menor nível de tensão ou de dificuldades.
Assim, ambientes positivos geram maior prestígio pessoal, uma melhor autoestima e, portanto, maiores serão as chances de sucesso na vida. Já um ambiente empobrecido de trocas, mais crítico e engessado emocionalmente, menos confortável, fará com que eu me sinta mais hesitante.
E o resultado? Mais desencorajado eu ficarei para fazer novas coisas, diminuindo as chances de eu me tornar uma pessoa mais estruturada.
É por isso que a baixa autoestima se relaciona a escolhas pobres de parceiros, gravidez precoce, bullying, uso abusivo de álcool e drogas etc, ou seja, pessoas dotadas de uma maior dificuldade de administrar as circunstâncias chamam para si situações e pessoas mais adversas.
O que fazer?
Bem, esta é a parte que mais nos interessa.
Bem, esta é a parte que mais nos interessa.
Saiba, portanto, que nossos pais reproduzem conosco aquilo que aprenderam com seus pais (nossos avós), que também assimilaram de seus pais (nossos bisavós), criando uma legítima cadeia de interações. Sabia que 74% dos estilos parentais se mantêm inalterados por até quatro gerações?
Assim, nossa responsabilidade, neste momento, seria a de não perpetuar o sofrimento, evitando assim passá-lo adiante.
Dessa forma, o primeiro passo para quebrar essa cadeia e alterar a autoestima.
Segunda dica: entenda que nossas imperfeições e dificuldades não nos diminuem, em absoluto, mas apenas nos ajudam a trabalhar na direção de um aprimoramento pessoal.
E, finalmente, tenha confiança em si mesmo e em sua vida. Não é porque certas coisas no passado saíram fora do planejado, que o futuro lhe aguardará com as mesmas armadilhas. A vida pode sim, potencialmente, ser positiva. Agora depende absolutamente de nós mesmos.
Fonte - Google Acadêmico
Fonte - Google Acadêmico

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